Por Dionatan Zibetti

 

É raríssimo um filme rodado com o rótulo de ”produção cristã” conseguir visibilidade fora dos círculos evangélicos. Mas o longa-metragem ”Bella” não só conseguiu, como foi além: recebeu o prêmio de Melhor Filme do Júri Popular no festival de cinema de Toronto, ganhando com isso destaque mundial. A produção mostra o drama de uma mulher solteira que engravida e pensa em fazer um aborto. Até que sua relação com um misterioso colega de trabalho muda sua vida. Ele, por sua vez, era um atleta famoso que acaba tendo de trabalhar como cozinheiro.

O filme, uma ode aos valores familiares e à vida, tem uma mensagem tão positiva pela ótica bíblica que organizações católicas e evangélicas têm recomendado aos fiéis que não deixem de assisti-lo. Como se não bastasse, o produtor de ”Bella” e protagonista, o cristão Eduardo Verastegui, afirma que tem recebido e-mails e cartas de jovens mulheres que desistiram de fazer abortos já agendados após assistir ao filme. ”Mesmo que ‘Bella’ não venda mais nenhum ingresso, me regozijo no Senhor pela vida desses bebês… que estão vivos por causa do filme”, declarou Verastegui, emocionado. ”Esse é o meu Oscar”.

O mundo precisa de mais filmes como ”Bella”, que exaltam a beleza da vida familiar, de tomar decisões moralmente corretas, do perdão, do amor e da compaixão pelo próximo. E que mostram a face negativa do sexo promíscuo e inconseqüente. Que, em resumo, celebra a vida, este fantástico presente do Criador para cada um de nós. (Fonte: O Verbo)

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