Por Dionatan Zibetti

A três anos atrás Silas Malafaia era o pregador mais prestigiado do meio evangélico; suas pregações eram incontestáveis, sua palavra era firme e sua posição ácida e impecável. Me lembro do dia em que ele se negou a pregar na Assembléia de Deus do Bom Retiro, num dia de Festa das Nações, por dizer que aquele monte de barraquinhas vendendo tudo quanto era guloseimas dentro da igreja era inconcebível, verdadeiros vendilhões do templo.

Eu confesso a vocês que eu o admirava como um grande líder, um verdadeiro Lutero moderno. E ele realmente foi o grande divisor de águas entre os pregadores antigos e os modernos. Gondin é ótimo, mas Malafaia mudou a história.

Porém, de uns anos para cá, seus métodos de pregação e persuasão mudaram. Ele apoiou o G12 que antes tanto contestara (com direito a abraço apertado no Apóstolo Rene Terra Nova), ele abraçou a Teologia da Prosperidade que antes tanto havia combatido, passou a usar seus programas para rebater críticas de outros pastores (leia-se Marco Feliciano e Caio Fábio) e culminou no mega-lançamento-literário-evangélico-do-ano: A Bíblia “Batalha Espiritual e Vitória Financeira” com comentários assinados por ele. Tática clichê para ganhar dinheiro.

Coincidentemente – ou não – toda essa mudança veio após a remoção do seu saudoso e emblemático bigode. Por isso, o Papo de Teólogo mobiliza todos os leitores a aderirem à campanha “VOLTA BIGODE DO MALAFAIA!“. Porque sem ele, nada é como antes.

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