Por Dionatan Zibetti

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Chamada para oração: A Vida Pede Socorro

O Blog Direção está fazendo uma chamada para oração em favor dos embriões hoje congelados e que estão prestes a serem destruidos em prol da ciência. Participe desta corrente e incentive outras pessoas a orar para que esses embriões tenham o direito a vida e uma família.

No dia 29 de maio de 2008, o supremo tribunal federal liberou as pesquisas com células-tronco embrionárias que destroem a vida humana em sua fase bem inicial.

“Sendo uma vida humana, segundo asseguram a embriologia e a biologia, o embrião humano tem direito à proteção do Estado.É lamentável que o STF não tenha confirmado esse direito cristalino, permitindo que vidas humanas em estado embrionário sejam ceifadas”, declarou a CNBB em resposta à decisão.

Há pelo menos 20 mil embriões que poderiam ser usados para pesquisas com células-tronco hoje no Brasil. Resta saber se o destinos dessas vidas será a morte, ou o nascimento.

Se você ainda acha que um embrião congelado não têm vida, assista ao video abaixo e entre nesta campanha de oração em prol da vida.

Assine o Livro de Oração AQUI

Divulgue esta campanha: Link: http://www.direcao.net/vida

Em nota, CNBB lamenta decisão do STF

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lamentou, em nota divulgada minutos após o Supremo Tribunal Federal (STF) ter liberado as pesquisas com células-tronco embrionárias, na noite desta quinta-feira (29), a decisão dos 11 ministros.

“A decisão do STF revelou uma grande divergência sobre a questão em julgamento, o que mostra que há ministros do Supremo que, nesse caso, têm posições éticas semelhantes à da CNBB”, diz a nota. “Portanto, não se trata de uma questão religiosa, mas de promoção e defesa da vida humana, desde a fecundação, em qualquer circunstância em que esta se encontra.”

A entidade argumenta que não há, no mundo, não há nenhum “protocolo médico” que autorize esse tipo de pesquisa, “por causa do alto risco de rejeitção e de geração de teratomas”.  (fonte: G1)

Leia a íntegra da nota da CNBB

“NOTA DA CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL SOBRE A DECISÃO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
quinta: 29 de maio de 2008

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lamenta a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que julgou a validade constitucional do artigo 5o e seus parágrafos da Lei de Biossegurança, n. 11.105/2005, que permite aos pesquisadores usarem, em pesquisas científicas e terapêuticas, os embriões criados a partir da fecundação in vitro e que estão congelados há mais de três anos em clínicas de fertilização.

A decisão do STF revelou uma grande divergência sobre a questão em julgamento, o que mostra que há ministros do Supremo que, nesse caso, têm posições éticas semelhantes à da CNBB. Portanto, não se trata de uma questão religiosa, mas de promoção e defesa da vida humana, desde a fecundação, em qualquer circunstância em que esta se encontra.

Reconhecer que o embrião é um ser humano desde o início do seu ciclo vital significa também constatar a sua extrema vulnerabilidade que exige o empenho nos confrontos de quem é fraco, uma atenção que deve ser garantida pela conduta ética dos cientistas e dos médicos, e de uma oportuna legislação nacional e internacional.

Sendo uma vida humana, segundo asseguram a embriologia e a biologia, o embrião humano tem direito à proteção do Estado. A circunstância de estar in vitro ou no útero materno não diminui e nem aumenta esse direito. É lamentável que o STF não tenha confirmado esse direito cristalino, permitindo que vidas humanas em estado embrionário sejam ceifadas.

No mundo inteiro, não há até hoje nenhum protocolo médico que autorize pesquisas científicas com células-tronco obtidas de embriões humanos em pessoas, por causa do alto risco de rejeição e de geração de teratomas.

Ao contrário do que tem sido veiculado e aceito pela opinião pública, as células-tronco embrionárias não são o remédio para a cura de todos os males. A alternativa mais viável para essas pesquisas científicas é a utilização de células-tronco adultas, retiradas do próprio paciente, que já beneficiam mais de 20 mil pessoas com diversos tipos de tratamento de doenças degenerativas.

Reafirmamos que o simples fato de estar na presença de um ser humano exige o pleno respeito à sua integridade e dignidade: todo comportamento que possa constituir uma ameaça ou uma ofensa aos direitos fundamentais da pessoa humana, primeiro de todos o direito à vida, é considerado gravemente imoral.

A CNBB continuará seu trabalho em favor da vida, desde a concepção até o seu declínio natural.

Brasília, 29 de maio de 2008.

Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana
Presidente da CNBB”  

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